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Álbum com 12 músicas inéditas de Teixeirinha será lançado nas plataformas digitais

Postado em 27/07/2020 por

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*Fonte imagem : 1595855610-Album-com-mAsicas-inAditas-de-Teixeirinha-serA-lanAado-nas-plataformas-digitais*


Teixeirinha vive. No dia 7 de agosto, chegarão às plataformas digitais 12 músicas inéditas do cantador Vitor Mateus Teixeira (1927-1985). Elas resultam do primeiro “garimpo” no vasto acervo do artista mais popular da história da música regionalista gaúcha e brasileira. Entre tantas outras coisas, a fundação que leva o nome dele guarda as cerca de 120 fitas cassete em que ele registrava as canções que ia compondo, com várias peculiaridades. Mais adiante, amenizada a pandemia, o álbum Teixeirinha Inéditas será lançado também em formato físico.

No final de 2018, o selo independente carioca Nikita tomou conhecimento desse acervo através da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais (Socinpro), à qual Teixeirinha era filiado.

E sugeriu às filhas Márcia e Margareth, dirigentes da fundação e da editora do artista, que procurassem em Porto Alegre o produtor fonográfico Raul Albornoz para organizar o material – reconhecido profissional da área, ele desenvolveu projetos bem-sucedidos na gravadora ACIT e no selo Orbeat Music (da RBS), que em 2003 reeditou vários discos de Teixeirinha e de Gildo de Freitas na série Gauchíssimo.

As fitas eram usadas por Teixeirinha para se comunicar com os diretores artísticos e arranjadores da gravadora Continental, que lançou parte de seus discos. Gravava as músicas com voz e violão (muitas vezes desafinado), mandava recados, dava ideias sobre como queria os arranjos.

Depois viajava a São Paulo só para colocar a voz nas bases prontas e ajeitar um ou outro detalhe.

Os recados que ele mandava à gravadora no início de cada canção foram preservados no álbum para manter a originalidade.

— O método funcionava bem — conta Albornoz. — Uma das curiosidades é que ele só usava o lado A das fitas. Vá saber por quê. Mas são quase cem horas de gravações, até cartas ele mandava em áudio, era o jeito de ele trabalhar no cotidiano. Ainda continuamos descobrindo coisas.

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